Na minha janela,
São Paulo,
No ouvido,
ruído,
Não me sinto só,
Respiro pó,
O pó que resta da tão imensa natureza humana desse lugar
Triturada,
Consumida,
Sinto pulsando,
No peito esfumaçado de um boêmio,
Encardido, emocionado e vivido
O coração generoso
Daquele que transcende todos os limites do possível,
Numa inviável e surreal São Paulo.
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
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- bailarina circense, Madonna de Paris em 1879, instável e esquisita...
pronto! achei a poetisa!
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