sábado, 23 de janeiro de 2010

Tristeza na hora de acordar
De deixar a anedonia
Despertar do sonho
E, num susto,
Imediatamente
Bater a cabeça no muro
Da realidade
Que por ora
Anda cheia de escuros
Preenchida de faltas
E ainda carrega
o pavor horroroso
Do futuro

domingo, 10 de janeiro de 2010


Voltada para dentro

pelas ofensas

que carrego fora.



Fora do centro,

na turbulência do vento do agora.

O que a vida pode me dar a contento.



E dentro,

contenho meu corpo físico,

condenso,

com força tento

segurar toda matéria que tenho,

me apóio naqueles velhos alicérces,

apesar de estar quase desestruturada.

Apesar da vontade

de estar esparramada.



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bailarina circense, Madonna de Paris em 1879, instável e esquisita...