
Voltada para dentro
pelas ofensas
que carrego fora.
Fora do centro,
na turbulência do vento do agora.
O que a vida pode me dar a contento.
E dentro,
contenho meu corpo físico,
condenso,
com força tento
segurar toda matéria que tenho,
me apóio naqueles velhos alicérces,
apesar de estar quase desestruturada.
Apesar da vontade
de estar esparramada.
pelas ofensas
que carrego fora.
Fora do centro,
na turbulência do vento do agora.
O que a vida pode me dar a contento.
E dentro,
contenho meu corpo físico,
condenso,
com força tento
segurar toda matéria que tenho,
me apóio naqueles velhos alicérces,
apesar de estar quase desestruturada.
Apesar da vontade
de estar esparramada.
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