Por um fio,
o fio tênue,
que me liga,
minha rédea restante,
a um passo do abandono,
a um instante
do limite.
Já posso sentir
o vento do abismo,
a vertigem,
o preciosismo
da diferente
e rara loucura,
tão cara
Giselle
tão cara
sincera
só ela
Giselle.
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
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